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O dilema da retrocompatibilidade

Dias atrás o diretor de vendas da Sony, Jim Ryan, falou em entrevista à revista Time sobre alguns assuntes relacionados ao PS4 e sobre a retrocompatibilidade.


Segundo Jim, esse é um recurso muito pedido porém pouco utilizado. Mas como esse recurso seria utilizado se não existe?
Em contrapartida a Microsoft segue firme na inclusão de títulos em sua biblioteca de retrocompatibilidade, já passam dos 300 títulos.
Imagem serviço de retrocompatibilidade Microsoft.


Indiferentemente de quem possui ou não retrocompatibilidade, esse recurso, a meu ver, deveria ser nativo no console, ou seja, sem a necessidade de que seja lançado atualização de compatibilidade a cada jogo. Simplesmente, gostaria de pegar meu jogo da geração passada colocá-lo em meu console da atual geração e jogá-lo, mesmo que sem essa de suporte a troféus e conquistas. Basta ter recursos on-line está bom.
Agora o jogador se vê obrigado a adquirir novamente seu jogos favoritos ou pagar para jogá-los via stream. É muito descaso com o consumidor.
Claro que a Microsoft não deixaria isso passar batido e tratou de dar uma resposta à altura sobre os dizeres de Jim Ryan, Mike Nichols afirmou que mais de 50% dos donos de XBox One utilizam o recurso de retrocompatibilidade.
Resposta Microsoft publicado no IGN Brasil 

Matéria sobre suposta analise sobre a utilização da retrocompatibilidade no Xbox One

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