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Resident Evil + Nintendo em números do VG Chartz (ou: Por que a Capcom passou a cogitar RE7 no Switch)

A Capcom, que lançou Resident Evil 7: Biohazard no final de janeiro, passou a cogitar o lançamento de uma versão do jogo para Nintendo Switch (veja artigo do Meu XP).

Se tem uma coisa que a Nintendo queria muito com esse novo console era voltar a inspirar credibilidade. E todo mundo sabe que isso não era o forte do Wii U.

O último título da série lançado para consoles da Nintendo foi Resident Evil: Revelations, com versões para Wii U e 3DS. Desde então, foram lançados: Resident Evil 6, Revelations 2 e, mais recentemente, o próprio Resident Evil 7.



Esses últimos três títulos ignoraram a Nintendo por razões compreensíveis: além de Revelations ter vendido cerca de 200 mil cópias para Wii U, contra 740 mil no Playstation 3, a adaptação para os consoles de mesa da Big N também não deixam as coisas animadoras.

Já tem algum tempo que consoles da geração atual da Nintendo têm capacidade pouca coisa superior aos consoles da geração anterior feitos pela concorrência. Quando os concorrentes lançam os seus consoles da geração atual, e o da Nintendo fica ultrapassado, tanto as produtoras quanto os jogadores mais exigentes ligam o sinal de alerta.

No caso das versões para portáteis, Revelations vendeu 880 mil para 3DS, um número até interessante. Com Revelations 2, lançado apenas para PS Vita, as vendas foram de 130 mil cópias. PS Vita não vendeu nem metade do que vendeu a concorrência de portáteis, e o Wii U viveu situação semelhante entre os consoles de mesa.

Indo uma geração atrás, e agora analisando a quantidade de títulos lançados: foram cinco no Wii contra apenas um título para o Wii U.

Goste você ou não das versões para Wii, elas foram lucrativas para a Capcom. 

É claro que a análise crua desses números sem nenhum outro dado podem levar a crer que todo jogo da série tem a mesma qualidade, o que não é verdade. Mas boa parte do interesse dos consumidores se reflete nesses números.

Como o Switch já vendeu mais de 1,5 milhão de unidades em menos de um mês (o Wii U vendeu 13,9 milhões em 5 anos, e o Wii 101 milhões em 7 anos), é possível que outros estúdios e publicadoras voltem a acreditar num console Nintendo, o que também pode se refletir na confiança de cada vez mais jogadores.

Até o momento, o maior destaque sobre a adaptação para Switch é a questão da bateria. Para rodar numa boa no console mesmo no modo de economia de bateria seria necessário passar por algumas modificações.

Neste momento, RE7 ocupa a quinta posição do ranking semanal dos jogos mais vendidos -- em tempo: por ser global, o ranking faz referência a duas semanas anteriores. Nenhum jogo do Switch entrou na lista ainda.


Com imagem de divulgação e dados do VG Chartz.

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